terça-feira, 10 de março de 2009

Na lama!

Na lama, foi onde arrastaram, hoje, o lendário nome do Sporting Clube de Portugal!
Não se admite uma vergonha destas, não se pode admitir!

1- Espero que as eleições tragam uma direcção que fale mais sportinguês e menos finançês. Que sinta o Sporting e que o defenda contra tudo e contra todos.

2- Precisamos de um treinador inteligente, perspicaz, que construa bem a equipa, que estude bem a equipa contrária e, acima de tudo, que seja ambicioso e que não se contente com empates ou 2ºs lugares.

3- Temos de ter um director desportivo (Sá Pinto?) que seja exigente com o plantel, que lhes berre e lhes dê calduços sempre que eles não suarem e não dignificarem a camisola do nosso grande Sporting.




Ps1- Aquele auto-golo do Polga é das coisas mais bizarras que já vi. Que jogo miserável desse "enterras" !

Ps2- Os 2.000 adeptos leoninos que foram a Munique deviam ser homenageados!

Ps3- Sporting Sempre!

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Justiças

Basta ler ou ouvir Pacheco Pereira para perceber o seu grau de amizade para com o Primeiro-ministro. Desde à uns tempos para cá, tudo o que Sócrates faz ou diz é de mau para baixo, apregoa o senhor.
Se visitarmos o blog de PP, vemo-nos confrontados com um patético escrutínio a todas as capas de jornais e ás notícias da RTP, que segundo ele, o protegem e defendem, porque não o criticam e condenam todos os dias e em todos os temas como ele o faz.
O ódio tolda a razão, Pacheco.
Mas também já ninguém o leva muito a sério.




Em relação ao caso freeport, não vejo a lógica de tantos debates e comentários acerca de uma investigação do qual pouco se sabe em concreto e o que se sabe parece-me pouco, apenas útil para se fazer a política no seu pior. ( Mas Pacheco Pereira já julgou e condenou, claro)




E por falar em justiça, há outro caso, do qual se vai falando cada vez menos e que se parece eternizar, que é o caso casa pia. Acho que sete anos perdidos num só processo é um pouco demais, mesmo para Portugal.



Em relação a um e outro pedem-se menos debates e capas de jornais fantasiosas e mais celeridade da justiça.
Que ela se faça!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Bush, Iraque

É óbvio que a administração Bush foi péssima. Até porque Bush não tem a inteligência nem a sabedoria para ser presidente de um país e, provavelmente, de nada. A nível económico e ambiental a sua política foi um desastre, a nível de respeito pelo Direito Internacional e Direitos Humanos, George W. Bush foi de um desrespeito atroz... enfim, muito muito mau em quase todos os mais importantes e sensíveis assuntos. Sempre mal aconselhado por colaboradores que em muitas ocasiões o usaram, como meio, para obterem os seus próprios fins, Bush foi de gaffe em gaffe, de paródia em paródia até à saída sem glória, com a mais baixa taxa de aprovação de sempre.
Um dos temas mais polémicos e mais criticados da sua administração foi o da invasão do Iraque.
Este é um tema muito complexo e que pode ser analisado de vários pontos de vista. No meu, a invasão do Iraque teve benefícios e prejuízos. Logo o motivo me pareceu errado. Era óbvio para todos que mesmo que o Iraque tivesse armas de destruição maciça, nunca ninguém as iria encontrar, foi a desculpa mais à mão que Bush e o seu Vice-Presidente Dick Cheney arranjaram para esconder os reais motvos da invasão, terminar a guerra que o seu pai, George Bush, não terminara em 90 quando livrou o Kuwait das tropas iraquianas, mas fez marcha atrás e não derrubou Saddam indo contra os conselhos, precisamente, de Dick Cheney, membro da sua administração na altura, e, precisamente, do seu filho George W. Bush. Outro dos reais motivos, e não menos importante, são os inúmeros poços de petróleo da região que daria muito jeito aos EUA controlar, aliás Cheney, alegadamente, apresentou ao Presidente um mapa com todos os poços passíveis de serem controlados e de todos os caminhos e acessos. Tudo isto foi errado e é criticável, além dos milhões e milhões gastos com a invasão, guerra e manutenção de tropas no Iraque, tanto pelos EUA, como pelos seus aliados, entre os quais Portugal (apesar do nosso apoio ter sido mais moral do que outra coisa) e ainda, a maior de todas as perdas, as perdas humanas, os milhares de soldados que já perderam a vida, prejuízo irreparável para as suas famílias e países.
Contudo, e apesar de tudo isto ser verdade, uma das consequências mais importantes de toda esta história, e que é muitas vezes sonegada, e, sobretudo pelas pessoas e partidos que se consideram de esquerda, foi a deposição de um dos mais terríveis ditadores do século XX, cujo número de assassinatos está ao nível de Hitler ou Estaline. Matou e torturou milhões de iraquianos e, também, iranianos, kuawaitianos, judeus, ingleses, americanos, curdos, pensadores, jornalistas, arquitectos, entre muitas outras nacionalidades, profissões e crenças, de muitas formas, entre as quais em campos de concentração, onde promoveu horríficos genocídios. É bom não esquecer! E é bom não esquecer que estes ditadores só deixam o poder desta forma, através da força, visto que não há eleições e mesmo que as haja são eles que as controlam, tal como controlam todas as estruturas estatais que dominam através do medo. Todas as ditaduras caíram pela força, esta não podia ser excepção e nenhuma outra deverá ser excepção.
Bush cometeu incontáveis erros, mas apanhar e prender Saddam não foi um deles.
Claro que existirão sempre os fanáticos, mas o povo do Iraque agradeceu. Esperemos agora que a democracia iraquiana cresça forte e saudável.

Pensamento do mês

D. José Pelicarpo, cardeal patriarca de Lisboa, disse à uns dias que as mulheres católicas deveriam pensar duas vezes antes de casarem com homens muçulmanos, porque isso lhes traria imensos sarilhos e que seria horrível quando tivessem de ir ao "país"(?!) deles... foi mais ou menos isto.

Palestras a seguir ao jantar são sempre complicadas.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

"Inaugural speech"

Hoje tomou posse, o 44º Presidente do EUA, Barack Obama. Na tomada de posse, o novo Presidente faz aquilo a que os americanos chamam de "inaugural speech", ou seja, discurso inaugural. Contudo, estes discursos são, para os americanos, muito mais do que apenas os primeiros discursos feitos pelos recém empossados Presidentes. São importantíssimos marcos da sua história. Uns mais marcantes que outros, discursos como o de Washington, de Lincoln, de Roosevelt, de Kennedy ou de Reagan constituem monumentos históricos dos EUA e da política mundial.

Queria deixar aqui uma frase de um desses discursos, feito por Roosevelt, quando tomou posse em 1933:

"A medida da nossa restauração está na nossa capacidade de aplicar valores sociais mais nobres do que o smples lucro"


A frase tem mais de 70 anos, a ideia não podia ser mais actual.
Era este o discurso que eu gostava de ouvir dos líderes políticos que hoje nos governam.

sábado, 22 de novembro de 2008

Sim Senhora!

As ideias-chave de Manuela Ferreira Leite:


-Não podem ser os jornalistas a controlar as notícias que são emitidas ou publicadas e a importância de cada uma

-As obras públicas não servem para nada a não ser para empregar ucranianos e cabo-verdianos

-É impossível fazer-se reformas em democracia. Seis meses de ditadura resolveriam a questão


Acho que está tudo dito.

Burn after reading


É muito bom este filme. Uma comédia mordaz, despretensiosa e que tem realmente graça.
George Clooney e Brad Pitt estão fantásticos neste filme sobre americanos e sobre burocracia.
É que a burocracia é uma coisa que me chateia. Os formulários, os impressos, os diplomas, tudo e mais alguma coisa para que sejam os papéis a falar pelas pessoas...
Se os irmãos Cohen fossem portugueses tinham tanto para dizer... Sobre burocracia e muito, muito mais.